quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais


O papa divulgou ontem, 24, a Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais 2012. Com o título “Silêncio e palavra: caminho de evangelização”, Bento XVI explica que as relações entre o silêncio e palavra são “dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas”.
Leia a íntegra da 46ª Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:
Silêncio e palavra: caminho de evangelização
Amados irmãos e irmãs,
Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido, sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar, alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente, a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.
O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada confrontação, às nossas palavras e ideias. Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio, palavra, imagens e sons.
Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer? Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.
No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida: todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2011).
Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio, ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do Onipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus, Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio» (Exort.  ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.
Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora» (Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de «anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o seu dom de amor total que salva.
Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si, de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação, manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.
Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.
Vaticano, 24 de Janeiro – Dia de São Francisco de Sales – de 2012.
BENEDICTUS PP XVI

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Já está à venda o subsídio “Hora da Família 2012”

horadafamilia12012
Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar acabam de lançar o subsídio “Hora da Família” 2012. O tema deste ano é: “A Família: o trabalho e a festa”. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 12 de 18 de agosto.


O subsídio foi construído com a participação de representantes da Comissão para a Vida e a Família, membros dos Regionais da CNBB e assessores especializados. A Semana Nacional da Família é um evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil e teve o início em 1992. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicado anualmente. Atualmente está em sua 16ª edição com uma tiragem de 200 mil exemplares.
“Neste ‘Hora da Família’ contém as Celebrações da Família e as 10 catequeses preparatórias para o 7º Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá em Milão (Itália), de 30 de maio a 3 de junho, de 2012, com a presença do papa Bento XVI. Neste subsídio queremos auxiliar os encontros da Pastoral Familiar que acontecerão em todo o país, mas de uma maneira mais particular, na Semana Nacional da Família”, disse um dos assessores da Comissão para a Vida e a Família, padre Wladimir Porreca.
O subsídio “Hora da Família 2012” está disponível em cada Regional da CNBB, na Regional da Pastoral Familiar ou diretamente na Secretaria Nacional da Pastoral Familiar (SECREN).
Reunião
A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família se reunirá, no dia 6 de fevereiro, no Rio de Janeiro (RJ), para traçar as ações para este ano de 2012.
Peregrinação Nacional da Família
No dia 25 de janeiro, em São Paulo (SP), a Comissão Organizadora da 4ª Peregrinação Nacional da Família, se reunirá para debater os últimos detalhes do projeto deste ano. A peregrinação acontecerá nos dias 28 e 29 de abril, em Aparecida (SP).
Fonte: CNBB

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Encontro Pascom Brasil

Acontecerá entre os dias 19 e 22 de julho 2012, em Aparecida-SP o encontro Pascom Brasil.  Uma equipe composta por representantes de alguns regionais da CNBB ficou reunida em Brasília durante dois dias para preparar esta programação. A coordenação foi da Ir. Élide Fogolari, assessora nacional.
  
Foi pensado um encontro diferente de tudo que já foi feito. Mas partilha de experiências, mais representantes de várias partes do país, mais oportunidade de trocas.

Maria Cecília Rover – Assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, estará participando deste encontro  onde abordará a Leitura Orante da Bíblia na ótica da comunicação.

Nos próximos dias já divulgaremos as formas de inscrições.

Dia 19 de julho Quinta feira

16h Credenciamento

19h Cerimonial de abertura
Maria Terezinha de Campos, Coordenadora
da Pascom no Regional Sul 4 da CNBB
Lançamento do Hino e da Logo da Pascom

20h Conferencia de abertura
Comunicação e informação: Igreja e sociedade
Carlos Alberto DI Franco – Prof. Jornalista e diretor Internacional de Ciências Sociais da Universidade de Navarra

Dia 20 de julho Sexta feira
07h30 Celebração Eucarística
Dom Dimas Lara Barbosa, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB
Coordenação da celebração – Regional Sul IV da CNBB

8h45
Mesa Redonda – PASCOM: Identidade e Missão

os sentidos da comunicação
Rosane Borges – Professora e Dra. da Universidade Estadual de Londrina
                          
Fundamentação Teológica e Pastoral da comunicação
Pe. Manoel de Oliveira Filho – Coordenador da PASCOM na Arquidiocese de Salvador

O que é e como se organiza a Pastoral da Comunicação
Ir. Élide Fogolari – Assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB

Mediador - Frei Edgar Alves Pereira, OFM

10h30 Intervalo

11h Plenária

12h Almoço

Das 14h às 18h
1º - Seminário por interesse – Teorias
Planejamento e Captação de Recursos para PASCOM

Planejamento da Comunicação
Breno Carvalho, Profº. publicitário e sociólogo UFBA

Elaboração de Projetos
Diácono José Bezerra de Araujo, jornalista e coordenador da Pascom na Arquidiocese de Natal –RN

Captação de Recursos
Pe. Manoel Filho – Coordenador da Pascom na
Arquidiocese de Salvador-BA

Mediador - Pe. André Lima – Coordenador da Comunicação na Arquidiocese de Brasília-DF

2º - Seminário por interesse – Teorias
A Pastoral da Comunicação no Rádio - Linguagem específica da WEB Rádio
Andersom Zotesso Rodrigues – Radialista e Professor no SEPAC

Informação e Evangelização no Rádio
Frei Edgar Alves Pereira – Coordenador da Pascom no Regional Centro Oeste da CNBB

Grades e Políticas de Comunicação das rádios comunitárias
Thays Renata Poletto Profª. Mestra, Jornalista e radialista da Rádio Vaticano

Mediadora – Cacilda Medeiros - Arquidiocese de Natal – RN

3º - Seminário por interesse
PASCOM e Pastorais específicas

Comunicação na Catequese
Maria da Luz Fernandes – Jornalista, Mestra em Comunicação e coordenadora da Pascom no Regional Leste 2 da CNBB

Comunicação na Liturgia
Padre Domingos Volney Nandi – Professor e Dr. em comunicação litúrgica

Comunicação e Juventude
Pe. Marcos Vinícius – Regional Sul 1 da CNBB

Mediadora – Patrícia Luz – Regional Nordeste

4° - Seminário por interesse
PASCOM na Internet

Web Jornalismo
Ir. Rosa Maria Martins Silva – Jornalista e assessora de imprensa da CRB Nacional

Redes Sociais
Rita de Cássia Alves Oliveira – Profª. da PUC-SP

Mídias Convergentes
Cesar Romero Jacob, Profº, historiador, cientista político- PUC-RJ.

Mediadora – Andreia Gripp – Jornalista e Coordenadora da Pascom no Regional Leste 1 da CNBB

20h Programação Cultural
Auditório TV Aparecida – Terra da Padroeira

Dia 21 de julho Sábado
07h30
Leitura Orante da Bíblia na ótica da comunicação
Maria Cecília Rover – Assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB

08h30
Mesa Redonda - PASCOM e a pessoa digital: Possibilidades e contradições

Espaço virtual: nova cultura, novas relações
Ir. Joana Teresinha Puntel - Drª. Em comunicação e Profª. – FAPCOM

Crimes na Internet
Helen Sardenberg - Delegada da Polícia Civil Titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de informática do Rio de Janeiro - RJ

RIIBRA – Rede de Informática da Igreja no Brasil
Pe. Clóvis Melo - Assessor de Informática da CNBB

Mediadora – Maria da Luz Fernandes – Coordenadora da Pascom no Regional Leste 2 da CNBB

10h30 Plenária

12h Almoço

Das 14h às 18h
5º - Seminário por interesse - Práticas em comunicação

Pastoral da Comunicação no Rádio

Web Rádio
Andreia Moroni e Evandro Luiz - Jornalistas e profissional da WEB Rádio de Aparecida - SP

Rádios Comerciais
Cacilda Medeiros - Correspondentes da Rádio Rural de Natal – RN

Rádios Comunitárias
Dom Frei Luíz Flávio Cappio, OFM. Rede de Rádios Comunitárias da Diocese da Barra – BA

Mediador – Frei Edgar Alves Pereira – Coordenador da Pascom no Regional Centro Oeste da CNBB

6º - Seminário por interesse. Práticas em comunicação

Planejamento de Comunicação e captação de recursos

Planejamento de Comunicação
Vagner Mattos – Plano de Comunicação da Diocese de Volta Redonda, RJ


Elaboração de Projetos
Célia Cisz - Escola de Comunicação de Joinvile,SC

Captação de recursos
Itamar Silva Santos – Gestor de Eventos da Arquidiocese de Salvador- BA

Mediador – Pe. Manoel Filho, Coordenador da Pascom na Arquidiocese de Salvador-BA

7º - Seminário por interesse. Práticas em comunicação

PASCOM e Pastorais específicas

As mídias sociais na catequese
Claudia de Jesus Pinheiro- Coordenadora do grupo de catequistas unidos na utilização de blogs - RJ

Comunicação na Liturgia
Pe. Francisco Wloch – Liturgia e WEB TV na Catedral de Florianópolis, SC

Comunicação e Juventude
Pe. Carlos Sávio da Costa Ribeiro – Assessor da Comissão Episcopal para a Juventude e Projeto Jovens Conectados da CNBB

Mediador – Pe. Marcos Vinícius – Regional Sul 1 da CNBB

8º - Seminário por interesse. Práticas em comunicação

PASCOM na internet

WebJornalismo
Nestor Rangel e Leanna Scal – WEB-TV Redentor-Arquidiocese do Rio de Janeiro

Redes Sociais
Rodrigo Catini Flaiban e Fabiano Fachini -Arquidiocese de Campinas-SP

Convergência midiática
Pe. Evaldo Cesar de Souza. - www.portal12.com

Mediadora – Andréia Gripp, Coordenadora da Pascom no Regional Leste 1 da CNBB

20h
Noite Julhina
Coordenação andreia Gripp e Padre Marcos Vinicius

Dia 22 de julho Domingo
08h
Celebração Eucarística no Santuário de Aparecida
Preside – Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis, Presidente da CNBB

09h30
5 grupos por Regiões.
Grupo 1 – Regionais, Norte 1, 2, Oeste 1, 2 – Centro de eventos
Grupo 2 – Regionais, Nordeste, 1, 2 e 3 – Centro de eventos
Grupo 3 – Regionais, Nordeste, 4 e 5 e Noroeste – Centro de eventos
Grupo 4 – Regionais, Leste 1, 2, Centro Oeste – Centro de eventos
Grupo 5 – Regionais, Sul 1, 2, 3, 4 – Auditório Basílica
Estes grupos Irão refl etir e debater as seguintes
perguntas para apresentá-las no plenário por
um redator escolhido pelo grupo:
• Destacar duas ações signifi cativas de como
a Pastoral da Comunicação está atuando nos
Regionais representados?
• O que impede avançar na ação Pastoral da
comunicação nos Regionais representados?
• O que podemos fazer para fortalecer a ação
da Pastoral da Comunicação nos Regionais
representados?

10h30 Plenário

11h30
Solenidade de encerramento com envio dos
discípulos missionários da comunicação
Coordenação - Ir. Élide Fogolari, Maria da Luz Fernandes, Ir. Celeste Ghilslandi e Ir. Maria Alba Vega.

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