sábado, 28 de abril de 2012

Diocese de Cajazeiras realiza II Congresso de Catequese


ZONAL DE CATOLÉ DO ROCHA

            Todo ato catequético é cristocêntrico, isto é, a mensagem central e fundamental da catequese é a pessoa de Jesus Cristo, e a catequese quer favorecer o encontro pessoal com ele, na comunidade de fé.
            Atualmente a catequese se depara com um grande desafio: a mudança de época, em que conceitos, paradigmas e critérios de julgamento são afetados. O que antes era essencial vem se tornando secundário, criando-se outros valores. A catequese nesse contexto precisa trabalhar de forma criativa e atraente, dando chance de um saber com novo sabor.
Sabendo que os catequistas necessitam de uma formação eficaz, cujo direito é assegurado pela CNBB, a Comissão Zonal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do zonal de Catolé do Rocha/PB, realizou nos dias 20, 21 e 22 de abril na cidade de Mato Grosso, o III Congresso Zonal de Catequese, com o objetivo de formar verdadeiros discípulos missionários de Jesus que perdure toda a vida, e não apenas em um curto espaço de tempo. O congresso teve como tema: Iniciação à vida Cristã e foi assesorado por Cícero Cruz Bacharelando em Direito e Extencionista em Liturgia da Catedral Nossa Senhora da Guia da Diocese de Patos/PB e contou com a presença de 86 catequistas das Paróquias que compõem o zonal, exceto a Paróquia São Sebastião de Belém do Brejo do Cruz. Na noite do dia 21 foi realizada a expocatequese e também a cristoteca como um  momento de descontração para os congressistas.
Em novembro estaremos realizando o 1º Congresso Diocesano de Catequese da Diocese de Cajazeiras que será assessorado por Pe. Elison dos Santos Silva - Coordenador Regional da Pastoral para Animação Bíblico-Catequética do Regional Nordeste 2.

Visitem o blog da Diocese de Cajazeiras: http://catequesediocajazeiras.blogspot.com.br/

terça-feira, 24 de abril de 2012

Bispo referencial da Animação Bíblico-Catequética NE2 Dom Mariano Manzana faz a Homilia da Missa da 50ª Assembleia Geral da CNBB

Neste dia 24 de abril, por ocasião da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), onde reune mais de 300 pastores de todo o país, nosso querido Bispo Diocesano celebrou a Missa em sufrágio dos bispos já falecidos.

A Celebração foi transmitida por canais católicos diretamente do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, São Paulo. Abaixo, podemos acompanhar a homilia proferida pelo Senhor Bispo:

Dom Mariano Manzana lembrou o nome de bispos já falecidos, dentre eles D. José Freire, que foi seu antecessor no pastoreio desta Diocese e que, por motivos de saúde, tornou-se Bispo Emérito, vindo a falecer na madrugada do dia 10 de janeiro deste ano.


Fonte: http://catequesemossoro.blogspot.com.br/

domingo, 15 de abril de 2012

Diocese de Garanhuns realiza encontro de formação no Vicariato Norte

A Diocese de Garanhuns reuniu aproximadamente 260 catequistas no colégio Bom Jesus, em Lagedo-PE para o encontro de formação de catequistas do Vicariato Norte (Bom Jesus dos Pobres Aflitos e Nossa Senhora de Fátima, ambas da cidade de São Bento do Una, Nossa Senhora do Rosário, Jupi, Santa Terezinha do Menino Jesus, Jucati, Nossa Senhora de Lourdes, Calçados, Paróquia Santo Antônio, Lagedo. Com o tema Catequese com Estilo Catecumenal, o encontro está sendo assessorado pelo Pe Elison Silva coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 para a Animação Bíblico-Catequética.

O encontro iniciou com a oração inicial com a Ir Fátima Xavier, a catequista Samara catequista de Crisma cantou o magnificat e o evangelho foi aclamado pelo seminarista Galdino. Logo após a proclamação foi apresentado as paróquias do Vicariato Norte.



terça-feira, 3 de abril de 2012

Por sua morte chegamos a vida

“Suportou os nossos pecados no seu Corpo sobre a cruz,
a fim de que, mortos para os nossos pecados, vivamos para a justiça. 
Pelas suas Chagas fomos curados.”  (1 Pe 2,24)

Nesta semana que se abre com o Domingo de Ramos, celebramos o mistério central de nossa fé: paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. A quaresma foi o transcurso de um longo caminho percorrido para a chegada da Páscoa. Uma experiência de conversão, de mudança de atitudes,renovação do coração pela escuta da Palavra, pela prática do jejum, da esmola e da caridade.

Paixão e morte de Jesus é o desfecho de uma vida totalmente doada em favor do povo. Jesus é de tal modo obediente a Deus Pai, cumpridor de sua vontade, que a morte precoce se torna para ele inevitável. Morrer não é o que Jesus deseja, nem o que o Pai projetou para seu Filho, mas é, acima de tudo, conseqüência de suas atitudes. Nos evangelhos fica bem claro por que matam Jesus. Matam – como a tantos antes e depois dele – por seu tipo de vida, pelo o que ele disse, pelo que fez.

Mas a vida de Jesus não termina na morte, como ele mesmo predisse “o Filho do Homem, isto é o Messias, ressuscitará no terceiro dia”. E assim se deu. Jesus não ficou preso nas malhas da morte, como se a morte fosse para ele uma fatalidade. Ao contrário, tendo passado pelo mar do sofrimento e da morte, ressurgiu glorioso e reassumiu o seu ambiente de origem: sentou-se à direita de Deus Pai. Não sozinho, mas levando consigo o povo que ele resgatara, o povo de Deus. Por conseguinte, Jesus que ressuscita dos mortos ressuscita com seu corpo – cabeça e membros – e assim volta para Deus. Assim, quando falamos da páscoa/passagem de Jesus, estamos nos referindo à páscoa/passagem do seu corpo, que é a Igreja, que somos nós. Não só Jesus passa pelo mistério da paixão, morte e ressurreição, mas todo o seu povo celebra e vive esse mistério.

Viver a Páscoa é viver a certeza que a vida só tem sentido quando é oferecida. É preciso fazer da vida um êxodo permanente. Desagarrar-se de si mesmo para chegar ao outro, sabendo que em cada outro concreto está o mistério de Deus. Isto exige morrer para si mesmo, superação do pecado na própria vida. Quando alguns gregos quiseram vê-lo, assim se revelou Jesus: “Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade, vos digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto.  Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna”(Cf Jo 12,20-26). Aquele que se deixa abraçar pelo Cristo ressuscitado torna-se capaz de dar a vida por Ele. E este é o caminho para a Vida.

“Pelo Batismo fomos, pois, sepultados com Ele na morte, para que, tal como Cristo foi ressuscitado de entre os mortos pela glória do Pai, também nós caminhemos numa vida nova. De fato, se estamos integrados nele por uma morte idêntica à sua, também o estaremos pela sua ressurreição. É isto o que devemos saber: o homem velho que havia em nós foi crucificado com Ele, para que fosse destruído o corpo pertencente ao pecado; e assim não somos mais escravos do pecado. É que quem está morto está justificado do pecado. Mas, se morremos com Cristo, acreditamos que também com Ele viveremos.” (Rm 6,3-9)

Viva este tempo de graça! Tenha uma Semana Santa abençoada viva-a na reflexão, como oportunidade de renovação de seus compromissos cristãos, com os votos de um Tríduo Pascal centrado no respeito, no amor e na doação assumido por Jesus Cristo, Feliz Páscoa!

Pe. Elison Silva dos Santos
Coordenador da Comissão Regional Nordeste 2 para a Animação 
Bíblico-Catequética

Arquidiocese de Maceió: Comissão Arquidiocesana para Animação Bíblico-Catequética ganha novo símbolo


A nova logomarca trás a vela ao centro, como símbolo da fé em Deus, alimentada através da leitura da Palavra de Deus ( a esquerda da vela) e na Igreja, alimentada na leitura do Catecismo da Igreja Católica. 


Ambos os livros faz-nos mantém a fé viva e atuante na comunidade e na sociedade. Unidos na fé, formam assim como que “um livro aberto” exprimindo a abertura a Deus, a leitura constante do mistério da fé, a oração e é uma recordação do papel do catequista na comunidade cristã, isto é, na igreja, ser luz e portanto, pessoa que iluminam quem se encontra nas trevas da ignorância. O nome da cidade abaixo da vela indica a Igreja Particular da comissão para a Animação Biblica-Catequética.

Os símbolos “Alfa” e “Omega” recordam que a catequese é uma realidade permanente durante todo o ciclo da nossa vida. E, para finalizar a compreensão do novo símbolo, observamos que a vela está acesa e não apagada, indicando assim a catequese como uma realidade dinâmica e não morta. Assim a missão do catequista é manter essa chama acesa para si e para os outros, a chama da fé que educamos a cada encontro realizado em Jesus Cristo. A cruz de Jerusalém na Bíblia uma grande e outras quatro pequenas indicam a Cruz de Jesus Cristo o enviado do Pai, em Jerusalém, somos seus discípulos missionários, chamados e enviados a anunciar o mistério da cruz aos quatro pontos da terra.

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